
Eis o resto da entrevista do Sr Dahi Aguai:
ALM: Acaba de retornar de Madrid onde apresentou queixa para desaparecimentos forçados de 72 Sahraouis vítimas do Polisario. Como imaginam a saída desta iniciativa?
Dahi Aguay: como foi dito, esta iniciativa é apenas a coroação de um processo jurídico longo e pacientes comprometidos em 1978. Este ano, tínhamos apreendido na Amnistia Internacional para o respeito das pessoas levadas e desaparecidas nas prisões secretas do Polisario.
Tínhamos apresentado à Amneste uma lista que contem os nomes destes defuntos. A direcção do Polisario será apreendida imediatamente pela Amneste com relaçào aos casos dos defuntos sahraouis, que é por causa do regime separatista que desmente e contorna rapidamente.
Ao mesmo tempo, este regime tinha aberto negociações com as pessoas detidas nas suas prisões secretas que conduziram ao alargamento do problema com alguns entre eles.
Isso foi feito da mesma parte com os Sahraouis liberados do banho de sangue e de uma memória sinistrada "Errachid", em 1980.
Este homem, então tinha sido conduzido na escola em "12 de Outubro" situada nos arredores do campo "Rabouni", onde me fui atribuída à residência, A grande tristeza e o desaforo dos meus parentes nas províncias sarianas marroquinas que não sabiam se eu fosse vivo ou morrido.
Ora aí está, a direcção do Polisario terminará de pôr termo à esta situação. Fui autorizada de fazer uma deslocação na Espanha, onde mim tomado contacto com os responsáveis de várias câmaras municipais, cujo nomeadamente Erminio Trigo, presidente da câmara municipal da cidade Cordoue.
Foi a partida de uma grande batalha sobre o processo do Sahraouis desaparecido. Tomadando contacto com Amnesty, para chamar a sua atenção para denonciar o tratamentos com os outros Sahraouis prisioneiros sempre ainda nas prisões secretas do Polisario.
É enquanto que esta organização apreende a Argélia para interrogar e traduzir na justiça os líderes do Polisario implicados nos desaparecimentos forçados e as torturas, recordando que Argel era signatário da Convenção de Genebra sobre os direitos do Homem.
Paralelamente, empreendido em tanto como presido da Associação levados desaparecidos sahraouis várias diligências junto de responsáveis espanhóis, incluindo o actual chefe da diplomacia espanhola Miguel Angel Moratinos, o todo coroado pelo recurso da justiça para reclamar o julgamento dos responsáveis do Polisario e da Argélia que não podem mais circular livremente na Europa.
A queixa, apresentada Sexta-feira passada em Madrid junto da Audiência nacional por Sahraouis marroquinos nascidos sob a ocupação espanhola, é por conseguinte o resultado de um longo processo de militantismo.
É o "melhor" presente que possa-se oferecer à direcção do Polisario, por ocasião do seu pseudo congresso, da Festa do Sacrifício e o Novo Ano.
Por Hamed Hamrouch - hoje o Marrocos
Fontes:
http://www.corcas.com/
http://www.sahara-online.net/
http://www.sahara-developpement.com/
http://www.sahara-culture.com/
http://www.sahara-villes.com/
http://www.sahara-social.com/
Dahi Aguay: como foi dito, esta iniciativa é apenas a coroação de um processo jurídico longo e pacientes comprometidos em 1978. Este ano, tínhamos apreendido na Amnistia Internacional para o respeito das pessoas levadas e desaparecidas nas prisões secretas do Polisario.
Tínhamos apresentado à Amneste uma lista que contem os nomes destes defuntos. A direcção do Polisario será apreendida imediatamente pela Amneste com relaçào aos casos dos defuntos sahraouis, que é por causa do regime separatista que desmente e contorna rapidamente.
Ao mesmo tempo, este regime tinha aberto negociações com as pessoas detidas nas suas prisões secretas que conduziram ao alargamento do problema com alguns entre eles.
Isso foi feito da mesma parte com os Sahraouis liberados do banho de sangue e de uma memória sinistrada "Errachid", em 1980.
Este homem, então tinha sido conduzido na escola em "12 de Outubro" situada nos arredores do campo "Rabouni", onde me fui atribuída à residência, A grande tristeza e o desaforo dos meus parentes nas províncias sarianas marroquinas que não sabiam se eu fosse vivo ou morrido.
Ora aí está, a direcção do Polisario terminará de pôr termo à esta situação. Fui autorizada de fazer uma deslocação na Espanha, onde mim tomado contacto com os responsáveis de várias câmaras municipais, cujo nomeadamente Erminio Trigo, presidente da câmara municipal da cidade Cordoue.
Foi a partida de uma grande batalha sobre o processo do Sahraouis desaparecido. Tomadando contacto com Amnesty, para chamar a sua atenção para denonciar o tratamentos com os outros Sahraouis prisioneiros sempre ainda nas prisões secretas do Polisario.
É enquanto que esta organização apreende a Argélia para interrogar e traduzir na justiça os líderes do Polisario implicados nos desaparecimentos forçados e as torturas, recordando que Argel era signatário da Convenção de Genebra sobre os direitos do Homem.
Paralelamente, empreendido em tanto como presido da Associação levados desaparecidos sahraouis várias diligências junto de responsáveis espanhóis, incluindo o actual chefe da diplomacia espanhola Miguel Angel Moratinos, o todo coroado pelo recurso da justiça para reclamar o julgamento dos responsáveis do Polisario e da Argélia que não podem mais circular livremente na Europa.
A queixa, apresentada Sexta-feira passada em Madrid junto da Audiência nacional por Sahraouis marroquinos nascidos sob a ocupação espanhola, é por conseguinte o resultado de um longo processo de militantismo.
É o "melhor" presente que possa-se oferecer à direcção do Polisario, por ocasião do seu pseudo congresso, da Festa do Sacrifício e o Novo Ano.
Por Hamed Hamrouch - hoje o Marrocos
Fontes:
http://www.corcas.com/
http://www.sahara-online.net/
http://www.sahara-developpement.com/
http://www.sahara-culture.com/
http://www.sahara-villes.com/
http://www.sahara-social.com/
